No Rio, um aluno novo do Colégio Naval está internado no hospital de saúde mental da Marinha. Sua mãe diz que ele foi vítima de bulling, um tipo de brincadeira de mau gosto na escola.
Segundo a mãe, adolescente sofreu perseguição de outros estudantes logo na primeira semana de aula no Colégio Naval.
A mãe desesperada não quer mostrar o rosto. “Quero meu filho de volta como eu entreguei para Marinha”, afirma.
O filho, de 15 anos, entrou no Colégio Naval em Angra dos Reis, no dia 17. Era um sonho realizado depois de dois anos de muito estudo. Uma semana depois, tudo mudou.
De acordo com o relato da mãe, o estudante sofria perseguição de outros alunos e até de oficiais. “Filhinho da mamãe, mariquinha”, conta ela.
Na última sexta-feira, ela recebeu uma ligação do colégio informando que o filho estava descontrolado e que seria sedado. No dia seguinte, a mãe encontrou com o filho e diz ter levado um susto.
“Parecia que ele estava com medo de falar”, conta a mãe.
A mãe exigiu que o menino fosse transferido para um hospital militar. O adolescente foi trazido para a unidade de saúde metal da Marinha e está internado numa ala com doentes mentais crônicos. Ele está sendo medicado e, segundo a mãe, não tem previsão de alta.
A família procurou a defensoria pública, que pediu esclarecimentos sobre o estado de saúde do adolescente e exigiu que ele seja transferido imediatamente para uma unidade de tratamento regular.
Em nota, a Marinha afirma que o estudante participou de todas as atividades sem apresentar queixas e que desistiu do colégio Naval por vontade própria, diz também que o garoto está internado a pedido da mãe e que o estado de saúde dele evolui satisfatoriamente.
Um pediatra que trata casos de bullying – que são humilhações públicas – e diz que não sabe o que ocorreu com o adolescente, mas exageros e abusos podem causar sérios problemas, mesmo em pouco tempo. “Isso pode ter desencadeado pânico e desespero, mas é possível que ele já tivesse alguns sinais anteriores a esta agressão que ele sofreu na escola“, diz o pediatra Aramis Lopes Neto.
A Marinha afirma que não vai dar entrevista sobre o assunto por se tratar de um caso de saúde envolvendo um menor de idade.
fonte: g1.globo.com jornal hoje
Segundo a mãe, adolescente sofreu perseguição de outros estudantes logo na primeira semana de aula no Colégio Naval.
A mãe desesperada não quer mostrar o rosto. “Quero meu filho de volta como eu entreguei para Marinha”, afirma.
O filho, de 15 anos, entrou no Colégio Naval em Angra dos Reis, no dia 17. Era um sonho realizado depois de dois anos de muito estudo. Uma semana depois, tudo mudou.
De acordo com o relato da mãe, o estudante sofria perseguição de outros alunos e até de oficiais. “Filhinho da mamãe, mariquinha”, conta ela.
Na última sexta-feira, ela recebeu uma ligação do colégio informando que o filho estava descontrolado e que seria sedado. No dia seguinte, a mãe encontrou com o filho e diz ter levado um susto.
“Parecia que ele estava com medo de falar”, conta a mãe.
A mãe exigiu que o menino fosse transferido para um hospital militar. O adolescente foi trazido para a unidade de saúde metal da Marinha e está internado numa ala com doentes mentais crônicos. Ele está sendo medicado e, segundo a mãe, não tem previsão de alta.
A família procurou a defensoria pública, que pediu esclarecimentos sobre o estado de saúde do adolescente e exigiu que ele seja transferido imediatamente para uma unidade de tratamento regular.
Em nota, a Marinha afirma que o estudante participou de todas as atividades sem apresentar queixas e que desistiu do colégio Naval por vontade própria, diz também que o garoto está internado a pedido da mãe e que o estado de saúde dele evolui satisfatoriamente.
Um pediatra que trata casos de bullying – que são humilhações públicas – e diz que não sabe o que ocorreu com o adolescente, mas exageros e abusos podem causar sérios problemas, mesmo em pouco tempo. “Isso pode ter desencadeado pânico e desespero, mas é possível que ele já tivesse alguns sinais anteriores a esta agressão que ele sofreu na escola“, diz o pediatra Aramis Lopes Neto.
A Marinha afirma que não vai dar entrevista sobre o assunto por se tratar de um caso de saúde envolvendo um menor de idade.
fonte: g1.globo.com jornal hoje
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